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terça-feira, 26 de julho de 2011

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Vasculhando Seattle ....

Fotinha legal - Divide o Polo Norte do Equador.

Esperando Onibus para ir a lugar nenhum ...


Mercadão de Seattle ... 
Quase um Ver o Peso do Pará. Pena que nao tem Urubu e tudo muito limpo.

Aqui caranguejo se compra é por metro...


Continuamos em Seattle esperando o tal visto Canadense. Saimos hoje cedo, mas quando chegamos ja havia muita gente na nossa frente. Asiatico tem aos montes aqui. Não sei de onde sai tanto asiatico, é só o que tem aqui.

Cruzamos todo os Estados Unidos de Sul até o extremo norte. Esses dias ta um friozinho até legal aqui. Não mais temos o calor dos estados do Sul. As roupas de frio jé estão em uso.

Durante esse dias nos Estados Unidos realmente a paisagem e a educação do povo americano foi o que nos chamou atenção. Ja havia estado varias vezes por aqui, mas de moto realmente é uma experiencia nova. As autopistas muito bem conservadas, não encontramos sequer um buraco ou mesmo sujeira na estrada. Nada de casca de coco, latinha, garrafa e casca de banana que o povo adora jogar na estrada no Brasil. Mas aqui tem uma multa de 300 doletas. E o povo faz o tal caguete. O dedo duto fica só na espreita. Joga!!! heheheheh

Hoje foi o melhor dia de toda nossa viagem. Visitamos o mercado de Seattle. Uma maravilha de cores, estilos, cheiro, diversidade em tudo, Alias, nós somos os unicos normais, ou anormais, sei lá. O povo aqui é muito esquisito. Um vendendo a roupa por cinco dolares; o outro com uma placa pede dinheiro para comprar drogas; há ainda as centenas de artistas de rua. Vi uma pessoa que tocava um instrumento de uma corda só. Outro que tocava latas e ainda um grupo vocal de Negros Americanos que faziam com que todos paracem para ouvi-los cantar. Uma oportunidade unica. Não ha dinheiro que pegue.

Mancadas? Não sabemos o que é isso ... Mas, hoje entramos em um shopping e na hora de sair nao conseguimos. Estavamos perdidos. Sobe, desce, sobe denovo, ai resolvi perguntar. - Senhora estamos perdidos e queremos voltar pra casa, onde fica a saida? - A senhora começa a dar risada e quase chorando informa. - Ai do lado está a porta de saida  meu filho. kkkkkkkkkk

Mais uma? Já haviamos tomados umas cocas dessas maquinas automaticas. Uma nota de um dolar e lá vem a latinha geladinha. Ai saimos e mais tarde voltavamos novamente para mais uma lata. Somente depois de varias delas, descobrimos que a coca era 75 cents e que a maquina devolvia o troco. Mas claro, alguem pegava porque agente nao recolhia o trocado. uhuh!!! É du Brasil ....

Onibus - Entramos em varios onibus, todos sabiam para onde iam, mas agente não. Chega de mancada gente!!!

Ah ta! Mais uma. Depois de preencher o formulario para o visto canadense, chegamos cedo, pegamos a senha, esperamos e a senhora nos atendeu. Ela pediu um unico documento, o Family Form. - Não tenho isso nao! - Entao volte e preencha, se nao, nao recebo a aplicação de voces. hhihihihi Saimos doidos, as pressas, procurando um centro de internet para refazer a documentação. Encontramos o Fedex. Nome do pai, data de nascimento, da mãe e todos os irmãos. Estado civil e as respectivas datas de nascimento de todos eles. Eu so tenho sete irmãos ...    uhuh!!!! Esqueço até a minha data de nascimento, imagina o que eu fiz. Sai inventando data pra tudo ....

Chegamos ainda a tempo de passarmos por uma maquina que detecta metal mas que apita sempre que passamos por ela. O guarda já fica sorrindo e manda agente passar.

Outra mancada? Não!!! Juninho tem um celuar Americano, faz a recarga aqui mesmo. Hoje ele comprou a regarga e a numeração de PIN que vem no recibo, ele jogou fora o recibo. 25 dolares somente ....   hehehehe

Amanha ou vai ou racha - Mas podem acreditar, vamos ao Alaska. Nem que seja necessario cavar um tunel por debaixo desse Canada. 

Ai voce pergunta - Por que não tiraram o visto no Brasil? Resposta: porque queriamos ganhar tempo. Brasileiro que se preza consegue essas façanhas. hihihihi

Ah ta! Levamos uns dois kilos de documentos para o Visto, ai a senhora pediu para que nós mandassemos traduzir tudo para o Ingles. Mas sinhora, não temos tempo e como vamos fazer isso aqui? - Bom! Voces que sabem, sem esses documentos o visto pode ser negado. Querem assim mesmo? - Sim! Vai, da entrada nisso ai. uhuh!!! E agora josé ...????

To com o pé so calo de tanto andar e sempre correndo feito louco nas ruas aqui da cidade. 

A grande vantagem é que quando voltarmos ao Brasil, todas as mulheres irão virar princesas. Oh! lugar que tem mulher feia e esquisita aqui.

domingo, 17 de julho de 2011

17 de Julho - Meu aniversario ...

Ja estamos quase no Canada, falta pouco. Mas ainda temos que tirar i visto Canadense que nao tiramos no Brasil. Será que os povos deixa?

Continuamos a cruzar os estados Americanos, deserto e muito vento estilo Patagonico o que obriga agente a pilotar a moto inclinada.

Continuamos nós dois, eu e Juninho, Manoel ainda está perdido la pelas bandas do Grand Canyon. Se quata feira agente vai se encontrar.

A regiao aqui é muito arida e o vento termina por ferir os labios, por isso comprei logo meu batom e peguei logo a manha do negocio. Acho que guando chegar ai no Brasil vou usar um batonzinho numa cor legal.....   hehehehe

Ontem pegamos uma chuva de leve. Pingos enormes e muito gelado. As montanhas por aqui, mesmo no verão amanhecem todas branquinhas de neve que cai a noite. Durante o dia calor e a noite frio ...




Panoramica ...




sexta-feira, 15 de julho de 2011

Presapada do Mexico ....

Reencontrando Juninho e El Pata negra depois de uma dia ausentes ....


 Em algum lugar no Texas .....


Aqui gastei 170 dolares para trocar o Oleo da Minha Moto......  Tá bom assim?

Mexico - Norte querendo imitar a terrinha do Tio Sam.


Opa! Meu povo, contratempo e a atualização ficou perdida alguns dias. Mas vamos lá ....


Um resumo básico do episodio Mexicano. Bom! Após sairmos da Guatemala entramos no Mexico, tudo parecia correr tranquilo e calmo, mas ai o Juninho mandou a frase que El Pata Negra sempre advertiu: Opa! Hoje ta facil. Tá facil mas pode piorar, manda El Pata Negra. E assim foi, de acordo com o desejo ....   heheheheh

A parte da Imigração foi super rapido, demos entrada no Mexico, almoçamos, tirei umas fotos com o refresco do Chaves e partimos para a Aduana que fica um pouco distante, já em Tapachula. O Juninho a frente e depois Manuel. Quando chegou a minha vez o atedente balançou a cabeça e veio a pergunta: A Moto não está no seu nome? - Não, mas eu tenho a autorização do banco. Mostrei, o atendente levou a um senhor e disse que nao servia. Teria que vir acompanhado do contrato de leasing. - Arguentei de todas as formas, mas nada feito.

Oskar aparece - Vendo as motos paradas um Mexicano chamado Oskar escostou e começou a bater papo com o Juninho que relatou o acontecido. Oskar entrou e foi argumentar com a autoridade que havia barrado a entrada. Mas nada conseguiu. Foram muitas as tentativas, mas como ele ja tinha dito não, seria dificil mudar de opinião. Oskar tambem se irrita com o povo da Aduana e ai fica sem jeito mesmo.

Decidimos ir para o hotel e voltarmos no dia seguinte quando provalmentente ja haveria outra turma na aduana. Voltamos no dia seguinte, mas para surpresa nosssa, lá estava o velhinho de novo. Ele deu aquela escaneada e ficou aguardando. Mostrei de novo a autorização do banco, mas ele so balançava a cabeça e dizia não. Até certificado de virgindade da esposa mostrei para provar que sou bozinho. heheheheh

Decisão tomada - Juninho, segue eu acho voces mais a frente, vou dar um jeito. Algum abraço, aperto de mao e os dois se foram. Juninho e Manoel seguiram viagem e eu fiquei sozinho na fronteira com o Oskar. E agora, como posso ajudar amigo? Perguntou o Oskar. - Faz o seguinte me leva a uma grafica expressa que eu vou ja ressolver isso.

Fomos a grafica e eu pedi a funcionaria para que transferisse todos os dados da moto para um cartão tipo cracha de funcionario. Ficou nota dez, disse Oskar. - De agora em diante esse será meu documento oficial e vai ser com isso que eu vou entrar no Mexico.

Sai de Tapachula e fui fazer  tramite de saida do Mexico para entrar na Guatemala de novo. Saida do Mexico ok, mas quando fui entrar novamente da Guatemala descobri que nao podia,somente após tres meses. Era so o que faltava, nao podeia entrar no Mexico com a moto e nao conseguia reentrar na Guatemala. Fiquei no meio das duas fronteiras. Na verdade eu podia , mas a moto não.Oproblema era a moto.

Fiquei ali parado pensando, e agora? Rapido apareceu um daqueles meninos da fronteira que Manoel tanto odeia. Ele ja sabe de tudo e diz que pode ajudar. - Falo com o policial e voce passa. Sei até quanto ele vai querer, 150 dolares. - Bom! Eu pago sim. Apos a negociação espero o sinal para sair.Acontece que enquanto essa negociação acontencia, todos os ratos de fronteira estavam de olho vendo tudo que se passava. Sabiam que algo errado acontecia. Derrepente o sinal para eu sair. Ligo a moto e escuto a maior gritaria do mundo. Vai, vai ..... Da-le brasileiro. Caraca! Pensa num susto, cheguei quase a parar com tanto grito, mas continuei lentamente e os gritos agitando a fronteira. Passei ..... Agora tinha outro problema, se uma barreira policial me parasse dentro da Guatemala eu correria o risco de perder a moto, pois havia feito uma importação Ilegal da moto. Sem a guia de imortação o risco era alto.

Chuva a vista, era tudo que eu precisava. Começou a chover e ai eu pensei, com toda essa chuva nao vai haver barreiras. Sai em disparada para outra fronteira mexicana onde lá eu podeira entrar mais facil. Uns 400 quilometos distante, mas em horas isso leva muito tempo.Muito sobe e desce e curvas perigosas. O frio insuportavel ja que nao havia vestido roupa adequado. Para nao perdr tempo segui assim mesmo. A noiteceu e eu debaixo de chuva e ainda nas montanhas. La pelas dez da noite cheguei a uma cidade pequena e fui me acomodar esperando mais chuva para o dia seguinte.

Domingo - Acordei cedo e segui para a fronteira de LA Messilla. Antes do meio dia ja estava eu pronto para cruzar e entrar no Mexico com moto e tudo. Mas como eu iria dar a saida da moto se eu nao fiz o processo de entrada? - Alguns minutos de conversa com policial que contralava a entrada e ele ja me dexou estacionar a moto do lado de dentro do setor de imigração e aduana. Alguns metros me separavam do MEXICO. Aprofeitei e ja dei saida no passaporte, imigração da Guatemala. AGORA faltava cruzar para o Mexico. Como o policial ficou meu amigo, em algumas horas ele me deixou entrar para uma olhada na regiao.

Entrei e estou no Mexico. Entei no mexico mas faltava o tramite legal da papelada. A imigração é facil e rapido ja recebo o carimbo de entrada no Mexico novamente. O problema era a Aduana Mexicana.

Como quem nao quer nada fui fazer umas pergutas sobbre o tramite.O funcionario do chamado Banjercito me explica direitinho. Decido então fazer o tramite. Ele pedi a minha documentação, eu apresento passaporte, carteira de habilitação e o novo documento. Um cracha de funcionario com os dados da moto. ELE confirma tudo, checa e me passa as instruções. Algumas fotocopias e um deposito de 400 dolares que dverão ser devolvidos na saida. PERGUNTA SE concordo e segue a procissão.

Nao demorou nada e lá estava eu dentro do Mexico com  a moto totalmente legalizada. Claro ! Nao foi tao facil como parece no resumo, mas os detlAHES conto no livro. Entrei no mexico com um cracha contendo os dados da moto e meu nome é claro.

Entrar nos Estados Unidos é a coisa mais simples entre todas as fronteiras. Se Mexicanos aceitam o visto Americano, por que nao aceitam as mesmas condições do tramite ? Isso é incoerente mesmo ... Na fronteira Americana apresentei o documento da moto, mesmo nao estando no meu nome seguer me fizeram pergunta alguma Entrei e recebi um welcome to America e pronto, to ate agora rodando e jamais fomos parados para nenhuma averiguação de nada. Coisa que acontece em todos os paises da AMERICA central e MEXICO. Sequer revistaram nossa bagagem .... E Viva a America.   hehehehehehe  Isso vai dá um livro grande.  uhuhu!!!

Depois que entramos nos Estados Unidos tudo ficou chato. Sem fotocopias, estradas sem buracos, sem policia pedindo proprina, sem revistas nas bagagens a todo instante.

A passagem pelo Mexico foi tensa porque um dia antes mataram vinte de uma so vez exatamente na cidade que pretendiamos dormir. Mudados a ideia da dormida claro. Eu eim!!!!

domingo, 10 de julho de 2011

De Escuintla a Santa Luzia Guatemala

Atualizando as postagens antigas ainda nao atualizadas.

Bom! após sairmos de Escuintla onde dormimos e o Manoel pata negra dormiu no chao por falta de cama, fomos a cidade da Guatemala, capital. Eu aproveitei para fazer a revisao da moto, troquei o pneu dianteirao que ja estava precisando. Enquanto isso Juninho e manoel foram a BMW fazer um gasto de leve e mexer nas suas maquinas. Coisa dificil de acompanhar essa tal de BMW. Mas vou tocando.

A surpresa do dia ficou por conta do almoco, nada mais que feijao, arroz, bife, e dois ovos fritos ao ponto, gema mole. hehehe Esse combinacao é a coisa mais dificil de se achar por esses paises aqui. Geralmente para fazer essa combinacao voce tem que pedir duas refeicoes, mas mesmo assim rarmente se encontra o tal feijao.

Mas essa Santa Luzia é o bicho mesmo. Na cidade da Guatemala o Juninho e o Manoel foram almocar e havia um anuncio interessante: Proibido entrar com a arma e fumar. A coisa meio que passou batida, mas a noite se esclareceu. rs

A noite depois de acertarmos o pior hotel da cidade, os mais ou menos nao tinham vaga, fomos a um posto sacar uma granana e comer alguma coisa. A farra de comida foi feia. Pastel, castanha, pizza, agua saborisada, pao e de quebra uma batata de pacote. Derrepente entra um sujeito com uma Pistola Gigantesca como se fosse policial. Perguntei a atendente se ele era realmente policial, ela respondeu que nao e que era normal as pessoas andarem armadas. - Perguntei eu: Assim mesmo mostrando a arma no coldre? Sim, se tem permisso, esta tudo certo. Caraca!!! Parece velho oeste americado. A arma nao é escondida nao, é pendurada mesmo. Quem saca primeiro? Eu queria tirar uma foto, com o camaradara, mas o Juninho nao deixou com medo. Vai que o cara te chama para um duelo? heheheh

Saimos sob olhares curiosos do povo local e manoel com a sindrome de perseguicao dizia que o povo estava olhando para nos roubar. heheheh

Passamos a noite bem, sem ar, sem agua quente, alguns mosquitos. No meu quarto um ventilador que fazia mais barulho que soprava vento. Mas cedo acordamos e o senhor dono do hotel ja nos serviu um cha de café só o file. rs

A Guatemala foi um pais tranquilo, sem policial perturbando, sem barreiras pedindo documento. Foi teranquila. Alias, acabamos entrando em uma estrada que nos levou direto a um enorme precipicio onde havia uma estrada antes. A Agua levou tudo. So se viu a enorme cratera e o rio bem ao meio. Tomamos um desvio e eu me arrebentei todo com a custom. Estrada de chao, molhada e cheia de pedregulhos enormes. Recomendo...  hehehe Vai!!!!

Hoje nao tem foto....  Nao da pra postar.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

De Santa Rosa de Lima El Salvador a Escuintla Guatemala


Esperando umas horas na fronteira de El Salvador...

 Ao fundo o Pacifico, rodamos sempre pela costa.

Cansados, começei a desmontagem.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

De Managua Nicaragua a El Salvador ...

 Cartão de visitas de Honduras ...

Taxi na fronteira Honduras com El Salvador...

A situação dos dois no chão da Aduana em El Salvador.

Amanhã eu escrevo. Esse teclado aqui nao dá. Sem acento e nao sei onde esta a pontuação.
 Mas hoje pisamos tres paises. Muita enrolação.

Paises sujos, imundos e gente despreparada.
Os paises da America do Sul sao todos primeiro mundo se comparados com alguns aqui da ameria central.

Bom! Nos preparamos para sairmos cedo de Managua - A ideia sempre é a mesma, rodar o máximo possivel em um só dia, mas nem sempre o planejado acontece devido aos imprevistos de ultima hora.

Acordo fechado - Vamos sair as cinco da manhã. No troca troca de fuso horario eu me confundi e acertei meu despertador, no caso celular, uma hora antes da hora local correta. Deveria despertar as 5 da manhã, mas o celular despertou as 4 e ai o Manoel logo perebeu o erro e ficamos no debate se estava certo ou errado. Quando concluimos que realmente estava errada a hora, ai já eram cinco da matina, hora de sair.
A saida demorou devido a chuva que caia e as motos estavam ao relento, sem garagem coberta, uma torutura ter que arrumar a bagagem com chuva.

Nosso hotel em Managua parece que tinha um duende brincalhão que escodia as coisas. Primeiro sumiu a toalha do Juninho, depois a capa do Notebook e ainda o celular do Manoel. Pense numa agonia e o falatorio. Na vedade as coisas sempre estiveram dentro do quarto, mas a bagunça era tanta que ninguem se entendia. Eu so ria ....
As 7 da manhã já estavamos na estrada rumo a Honduras. Logo fizemos os tramites e Honduras já era nosso territorio.. Esse pais não tomamos nem conhecimento de tão rapido que foi a passagem, em poucos horas chegamos a fronteira com El Salvador. Esse sim, tivemos só "alegria" na entrada. A principio parecia que tudo ia dar super certo e rapido, mas aventura é aventura e a Lei do Edy Murphy(rs), eu não creio, mas que existe, ah! existe sim. kkkkkkk

Imigração rapida. Aduana nem tanto. A chegada nessas froteiras sempre é tumultada devido a quantidade de gente querendo dinheiro, pedindo para ajudar com a papelada, um verdadeido desafio a paciencia que sempre se esgota nesses momentos.

Manoel, nosso 007, mais conhecido como El Pata Negra, agente duplo e bastante incisivo, não demora muito para perder a paciencia. Um cidadão oferece ajuda e ele diz que não precisamoas, todos nos já rodamos mais de 15 paieses e sabemos exatamente o que fazer. Mas a insistencia não para. Eles nos cercam por todos os lados. Eu tenho uma brilhante ideia para mim e o Juninho, mas não para Manoel. Com muita risada e gargalhadas, digo aos ajudantes que MAnoel é nosso guia e chefe, tudo é com ele, já pagamos pelo serviço no Brasil. Todos se voltam para Manoel, entao começa um bate boca entre manoel e um dos pedidntes que diz que quem manda em Honduras são os hondurenhos. MAnoel ameaça chamar a policia e em poucos minutos fomos deixados em paz, mas não sem que Manoel escute que Brasileiros são bem vindos, agora Chilenos não. Morri de rir, Juninho nem se fala. Nossso chefe e guia - Manoel, El Pata Negra.

Tamite das motos - Para quem viaja sabe a rotina, mas vou explicar para quem não sabe. Sempre são duas situações. Primeiro voce faz a imigração, essa é rapida, depois vem a aduana, esse sim é demorada a beça. Muitas copias, seguro, valor a ser pago. Trazer as copias dos documentos ajuda mas não resolve porque eles pedem copias dos carimbos de entrada, carimbos dos paises por onde passamos e por ai vai.

Aduana de El Salvador fica em um predio sepadaro e lá nos fundos sei lá de que. Subimos um rampa e uma centena de caminhões aguardavam na fila aguardavam a papelada. Juninho o Boca santa solta a perola, vamos ser os ultimos. Assi como predito, fomos os ultimos mesmo. heheheheheheh
Xerox disso, daquilo e daquilo mais. Após umas 4 horas de espera, ai sim nos mandam a outro predio. Nesse local, a impressora, diz o funcionario está quebrada e nos manda a um escritorio ao lado para que eles preeencham os dcocumentos. Assim fizemos após pagarmos 15 doletas americanas.

Primeiro preenchimento errado. Voltamos sorrindo - Segundo preenchimento, errado. Terceiro, quarto, quinto, sexto, sempre alguma coisa não estava certa e tinhamos que voltar. El Pata Negra entra em ação e solta seus cachorrinhos para cima do funcionario da Aduana. A paciencia, artigo de luxo naquele momento desapareceu. Quando parecia que tudo já havia sdo concluido, mais uma. Numero do motor não consta em nossos documentos das motos e o cidadão queria o tal numero. Explica, explica, após umas 7 horas de suplicio fomos liberados. Tudo numa escuridao só.

Em busca de hotel no proximo vilarejo - Saimos quase felizes, mas nao estava completo nossso dia. Uma chuva se prepara e sem aviso cai. Não havia como dormir naquele local. Ai saimos estrada a fora, noite escura e terreno desconhecido.

Pequena cidade chamada Santa Rosa. Achamos um hotel e logo o atendente nos traz um adesivo mostrando que um brasileiro passou por ali. Certamente era o adesivo do nosso amigo Adriano. Poxa! que legal saber que ele havia estado ali. O rapaz meio mole, assim, quase uma menina é só elogio ao nosso amigo Adriano. Claro! Adrino é gente finissima e agrada a todos por onde passa.

E para comer? J´s tarde da noite saimos em busca de algo para comer, mas tudo fechado.Por sorte uma lanchonete anda se preparava para fechar e o dono resolve nos atender. Nos fartamos com tarta torta e alguma comida Mexicana, especialidadde da casa.

De volta ao hotel o atendente quase uma garotinha esperando onibus na escola, pede para que cancelemos logo. Esse cancelar significa pagar adiantado. Uhuh!!! Okj! pagamos e cada um foi para o seu quarto. Neese dia so tinha apartamento individual, ja que as camas eram de casal e ninguem queria dormir com o Juninho assim sem nenhum um agrado.    heheheheheheheheh

Hora da saida - 6 da manhã. Acordei cedo as 5 e ja preparei a tralha. As seis eu ja estava buzinando a moto e acordando o povo do hotel. Saimos em busca de mais uma fronteira as ser abatida agora rumo a Guatemala onde estamos agora depois de um dia super corrido, mas tranquilo. Nas estrada paramos para comer muita fruta, algumas exoticas e desconhecidas para todos nós.

Nesse momento, o MaAnoel, El Pata Negra, dorme no chão do hotel, sao 5 da matina e eu escrevendo para atualizar as noticias. No proximo post, explico porque ele esta no chão.

terça-feira, 5 de julho de 2011

De Puerto Quepos Costa Rica a Managua Nicaragua.

Vulcão ativo na Nicaragua ....

Nicaragua é quente demais, ai eles instalaram esses ventiladores gigantes.

Não sobrou nem pro cachorro, as 4 da tarde o almoço.


Um dia de 007 …


O dia hoje foi divertido. Saímos as 7:00 da manhã de Puerto Quepos na Costa Rica, precisávamos chegar cedo a Nicarágua. Mas só conseguimos chegar lá pelas 12:30. A chegada foi tumultuada, muita gente querendo ajudar e pedindo dinheiro. Nosso amigo chileno não gosta da idéia de pagar ninguém e decidimos que faríamos tudo sozinhos. Oh! Arrependimento ...

Ai começa nossa via dolorosa, mas animada para os tramites. Uma garoto nos segue passando todas as informações, mas demora já ganha um esculacho do Manoel. Na verdade nosso amigo Marcelo já havia dado essa dica para contratarmos os ajudantes. Eles já sabem todos os procedimentos e a coisa anda mais rápido.

A principio tudo deveria ser sem nenhum pagamento, é o que está escrito por toda parte, mas ai começam as cobranças. 12 dolares, depois mais 3, mais 5, depois mais 12, depois mais 1. Eita! fiquei logo todo perdido com tanta saída de dólares. Rodávamos igual peru em véspera de feriado ....

A fila da imigração não tinha menos de cem pessoas no sol quente torrando até pensamento. Mas ai entra nosso amigo Chileno com suas táticas de espião. Ele começa com uma conversa mole com o Policial que controlava a fila e em poucos minutos o policial nos colocou na frente de todos. Que legal!!!!

Opa! Temos um agente duplo conosco? Manoel começa a abrir um jogo muito doido. Ele conta como já saiu fugido da Nicarágua e fica preocupado com seu retorno. Nos conta do conflito entre Costa Rica e Nicarágua e como ele entrou numa barca furada de quase espião duplo. Os dois países tem um processo na corte de Aia, e ele foi contratado para dar um parecer sobre a questão das águas de um lago disputado pelos dois países. Eita! rolo danado. O certo é que ele foi retirado de helicóptero saindo fugido quando a Nicarágua descobriu que ele sondava os dois países. Caraça! Onde nos metemos kkkkkkkk Manoel nos avisou que se desse algum problema, deveríamos ligar para a embaixada do Chile e informar a historia que eles saberiam, com direito a telefone e tudo mais. Uff! Uma historia de 007. Juninho começa a especular e surta de vez. Será que ele espião? Manoel segue nos contando sobre o conflito, realmente ele sabe tudo e conhece todos os lideres dois governos. Sem nenhum problema, conseguimos entrar tranquilamente. Mas sempre na especulação sobre nosso amigo quase espião.

Menos de quarenta minutos depois um presente – Seguíamos tranquilamente, observando a paisagem e muito felizes. Derrepente uma barreira policial. Encostamos bem humorados cheios dos Buenos dias. Os policiais sorrindo logo pedem os documentos e percebo que um deles não nos encara e bate os documentos na mão. Para mim isso funciona como uma senha. Lá vem coisa .... – Pego o meu e os do Juninho, o Manoel ainda estava chegando.
– Os senhores acabam de cometer uma infração.
– Como? Qual infração?
- Uma ultrapassagem em local proibido.
- Mas senhor, nem carro há para ultrapassar.
- Foi lá atrás.

Manoel chega e ai começa aquele joguinho. Sem muita demora Manoel pergunta quanto é o acerto e o policial cobra 180 dolares. Caraca! Nenhuma infração e lá estávamos nós. Teríamos que pagar no banco, mas já não estaria aberto e ele reteria os documentos. Resultado, somente no dia seguinte receberíamos os documentos. Manoel é curto e grosso, tenho somente 25 dolares. – Ta ok! Vou relevar a infração.
Enquanto essa negociação ocorre eu filmo tudo com a canetinha. Eu tava vibrando e já pensando no vídeo postado na internet. Manoel sai e eu me preparo, subo e ligo a moto, mas antes de sair o policial corre, me chama e pergunta pela caneta. KKKKKKKKKK Na verdade enquanto eu filmava tudo, um outro policial observava e eu não vi. O 007 foi descoberto. Ele insiste e eu mostro que é apenas uma caneta. Ele tenta abrir, faz de tudo e nada consegue com a caneta. Mas mesmo assim confisca a caneta espião. Entre risos saímos sem as imagens que seriam extraordinárias na internet. Que raiva! O07 foi descoberto.

Assim terminamos o dia com muita gargalhada sobre o ocorrido. Menos 25 dolares no bolso. Foi muita novidade para um dia só.
Amanhã queremos chegar a Honduras e quem sabe até El Salvador.
Já chegando a Manágua pegamos uma neblina tão forte que não era possível enxergar nada a frente. Eu quase paro, mas continuei na manha e acompanhei os dois amigos.
Já nos avisaram que Honduras a corrupção é pior. Amanhã temos que comprar faixas refletivas para colocar nas motos, isso é motivo de multa se não tiver.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Cidade do Panamá a Quepos Costa Rica ....

Shopping no Panamá ....

Onibus Panamenho ...

Fronteira Panama Costa Rica ....

Agora já está melhorando e redendo a viagem. O atrazo fica por conta da Imigração e Aduana desses países. O povo não tem pressa alguma em atender.

Saimos cedo da Cidade do Panamá, mas após alguns quilometros a moto do Juninho acabou o combustivel. Como ele era o ultimo da fila, demoramos a perceber. Mas paramos a frente e esperamos, como ele não apareceu o Chileno voltou. Estavamos em uma auto via e o retorno era uns quilometros  a frente. Mais de 20 minutos e nada, ai os dois ficaram sumidos. Resolvi voltar e os encontrei ja retomando a estrada. Tudo reslvido, o Chileno Manoel tirou gasolina da moto dele e o Juninho pode seguir. Mas deu aquela reclamada porque demoramos muito kkkkkkk

A moto ficou sem combustivel porque no embarque do aviao tivemos que retirar toda a gasolina senao nao embarcavamos. Mas a moto do Juninho continuou a marcar como se tivesse ainda alguma autonomia, mas tava erra a leitura no painel. Coisa de BMW.

Barreira policial Panamenha a frente. - Documentos Senhores. Uma balançada de cabeça e ja percebemos que algo estava errado. O documento da Aduana faltava um carimbo. Manuel ja começou aquele papo nada amigavel com o policial que queria que nós dessemos conta do tal carimbo que faltava. Manuel soltou os cachorros. - Senhor eu nã posso ensinar os funcionarios da imigração a fazer o trabalho deles. O policial concordou e colocou a culpa na mudança de governo. Após alguns minutos fomos liberados e seguimos viagem.

O Francisco Guerra marcou as 6 da manhã para seguir conosco, mas não deu as caras. Acho que foi dormir tarde e não apareceu. Seguimos somente nós tres como sempre.

A paisagem mudou e as curvas sao menos frequentes e acentuadas. Agora algumas retas já aparecem. A fronteira da Costa Rica não demorou muito, mas a papelada é muito demorado.Copia de todos os documentos e de todas as folhas do passaporte, alem do seguro obrigatorio, 18 dolares tudo.

A estrada se mostra bem mais amigavel, mas ainda com muitos remendos no asfalto o que dificulta a pilotagem principalmebte da minha moto. Mas com calma seguimos facil em ritimo lento, mas sempre.

Opa! Que barulho foi esse? Um semaforo a frente e eu paro, o Juninho que vem atras, nao tem tempo e me acerta o bau lateral. O coitado ficou igual boca de fumante de cachimbo. Todo torto, mas com sorte as coisas não cairam devido a aranha que segurava o bau. Juninho da voltas, coça a cabeça, e ja promete comprar um Bau novo nos Estados Unidos. Debaixo de muita risada e gargalhadas, eu e o Manoel nos divertimos, mas Juninho continuou preoculpado. Coitado, meu amigo ficou todo desconcertado. Mas é assim mesmo. Aventura tem dessas coisas.

Sei que uma coisa tem muito aqui na Costa Rica e Panamá, Pupunha. Já penso logo no café da tarde com a saborosa. Coisa de Paraense mesmo.


sábado, 2 de julho de 2011

Demarcando territorio ....


Estamos ainda no Panama e como prometido ai está a demarcação de territorio .....  uhu!!

Ai Adriano, bem humorado como voce é, divirta-se camarada. Logo agente se acontra em algum lugar.
Acabamos de encontrar mais um brasileiro indo ao Alaska, meu amigo Francisco Guerra. Nos encontramos em Castanhal, na cidade onde moro, mas ele saiu na frente e acabamos de nos encontramos aqui na Cidade do Panama por pura coincidencia. Foi a maior festa encontrar nosso camarada aqui. Amanhã devemos sair todos juntos, vamos ver o que acontece.

Nosso amigo Franciso teve um problema serio. Esqueçeu de fazer um documento importante e precisou voltar 640 km. Só descobriu isso em Bogotá e ai precisou voltar até Cucuta para retirar a documentação adequada. Mas como disse ele, aventura sem aventura não é aventura. Paciencia é uma virtude a ser exercitada. 

Francisco acaba de pedlir uma salada em Espanhol aqui no restaurante: "Una Saladita senhora. uhu!!!" Pediu um suco mas faltou o "achuca". Isso seria o açucar. uhuh!!!! Quer mais?

Ai vai o site dele, Francisco Guerra: www.rumoastresamericas.com

Hoje o Juninho fez a revisão da moto dele e o Chileno já está aqui também, mas em outro hotel já que ele so conseguiu embarcar de Bogotá hoje e chegar a tarde, as 5:00h

Fomos convidados para uma passeio com o moto clube daqui do Panamá, mas estamos tão cansados que preferimos ficar no hotel para sairmos cedo.

Esses dias tem sido muito legal a convivencia entre nós tres. Muita conversa e papo de alto nivel com nosso amigo Chileno. Quantas maravilhas que sabemos que a grande maioria de nossos amigos jamais terão a oportunidade de passar pelas mesmas experiencias que temos tido o privilegio de presenciar. Não há dinheiro que pague, nada é caro; um grande feito que levaremos por toda vida. Assim como fomos influenciados, também iremos influenciar muitas pessoas.




Bogotá – Cidade do Panamá

 Resto do almoço suculento no charuto voador ...

 O espaço infimo para uma feliz viagem no charuto ...
Uma revista basica entre tantas no aeroporto ....


Agora sim, estamos na America central. Depois de muitos mil quilômetros, aventura a todo vapor, finalmente chegamos a terra do famoso canal que liga os oceanos, Atlântico ao Pacifico.

Chegamos cedo a Air Cargo Pack para o embarque que  estava previsto para as 9:00h da manhã, mas após vários adiamentos, segundo eles na tentativa de embarcar a moto do nosso amigo Manuel, chileno, conseguimos sair por volta de uma da tarde.

Ainda no terminal de carga, tiramos algumas fotos clandestinas, um funcionário já meio irritado nos alertava a todo instante que era proibido tirar fotos daquele local. Mas meio que abobalhados, fazíamos de conta que não compreendíamos o que ele falava. Com a câmera GO Pro que é bem pequena e uma caneta espiã, eu e o Juninho tiravamos as fotos e ainda filmávamos. Coisa de Brasileiro dando uma de João sem braço.

Em meio ao tumulto de tanta carga sendo embarcada, avistamos nossas motos que ainda estavam no pátio. Esse Boing leva de tudo que se possa imaginar, desde verdura até animal; vai cavalo, vai vaca, vai porco, vai tudo e até gente. Derrepente é a vês das motos que são embarcadas sem problema algum.

Vamos! Vamos! chama um cidadão. Era a nossa vês de fazer o tramite da papelada pessoal. Carimbar passaporte, a saída da Colômbia. Pegamos uma van e rodamos uns 15 minutos dentro do próprio aeroporto. Uma fila especial e logo o passaporte já estava liberado para seguirmos viagem.

Embarcar !!! Subimos a escada rumo ao cubículo que nos acomodaria até a Cidade do Panamá. A escada balança de um lado para o outro e ai começa a tensão. Entramos no avião e já recebemos as instruções básicas de como deveríamos nos portar no espremido espaço destinado aos passageiros “VIPS”. No teto já avistamos um remendo, meio parecido fita silver tape. Eu olho para o Juninho, ele me olha e as instruções seguem a todo vapor. Risadas para desfarçar o nervosismos, a coisa é feia.

- Senhores aqui estão as mascaras de oxigênio, se precisar, puxe aqui e coloque no rosto.
O detalhe é que as mascaras estão em um compartimento ao lado, em caso de necessidade mesmo, você não tem como alcança-las, já que estará amarrado ao duro tamborete.
Puxa daqui, puxa de lá, o aeromoço libera o cinto de segurança e faz a demostração pratica de como usar a coisa.

Lá vai.... O compartimento em que ficamos, totalmente trancados e muito quente, sem ar condicionado, sentados de costas, afinal somos apenas uma carga a mais, começa a tremer e fazer um barulho aterrorizante. Como um carro velho, pesado, carregado e passando em meio a um bilhão de buracos, essa é a sensação, o grande charuto voador da a arrancada inicial e decola.

Uffa! Estamos voando. A trepidação se estabiliza e ai somente o calor e o barulho ensurdecedor tomam conta do nosso cubículo. Gente é um espaço muito pequeno entre a carga e a cabine do piloto. Em caso de um vacilo do piloto e carga pode se deslocar e esmaga todos os passageiros, eu e Juninho. Hehehehehe
Alguém abre a porta e o cheiro de comida vaza da cabine do piloto. Era o aeromoço nos oferecendo um lanche; lasanha, amendoin, suco, manteiga e um pedaço de pão. Meio na duvida e com muita fome , decidimos comer. A duvida era devido não ter banheiro no avião, em caso de um desarranjo, estaríamos perdidos, alias nós não, eles que iriam agüentar o perfume.

Após uma hora e dez, sem qualquer aviso, começa a barulheira de novo. Era o trem de pouso sendo destravado para o pouso e já em seguida a carroça se lança ao solo. Uma escada solta inicia sua jornada rumo a nossa perna, mas a tempo conseguimos para-la sem ferimento algum. Tensos, com olhos arregalados, mas mantendo o bom humor, faziamos a filmagem de tudo.

A porta abre e o aeromomoço pede para que fiquemos quietos esperando chegar a escada para decermos. Desembarcamos e já saímos rumo a imigração. Uma jovem senhora com cara de poucos amigos, nos leva ao saguão do aeroporto e ai começa nossa saga.

Esperem, é o primeiro aviso. – Passaporte em mão, ela sai e ai fica aquela enrrolação. O tempo passa, a agonia aumenta, e nada. Até que enfim aparecem dois jovens, sem pressa alguma, em muito bate papo, eles começam a olhar os passaportes e finalmente sai o carimbo de entrada. Mas não a caba ai não. Precisávamos retirar as motos.

Após alguma instrução de um funcionário, começamos a percorrer um longo caminho entre escritórios, carimbos, falatório, fila e uma caminhada com os pertences de mão. O Juninho com a sua maletinha pesando suas centenas de quilos, sofre e eu preciso ajuda-lo a carregar.

Foram exatamente sete carimbos e sete pessoas diferentes carimbando um único papel. Uma burocracia fatigante. Livres? Ainda não.

Agora é a vez da liberação, ou seja, a internação das motos no país. No escritório uma placa – Aguarde, saí em busca de um banheiro. Era só o que faltava. Após uns 40 minutos aprece um senhor gordinho, andar lento, fala mansa, como se tivesse mais uns trezentos anos pela frente, nos chama. Ele começa a indagar, fazendo aquelas perguntas básicas; de onde vem, para onde vai, o que vem fazer aqui, quantos dias vai passar. Respondemos tudo e lentamente ele da inicio ao tramite. Uma TV ao lado é ligada e entre uma teclada e outra, ele vai alternando entre os canais da TV e o volume. Eu olho e o Juninho começa e se coçar. Sinal de estresse.

Foram exatos 90 minutos para que a liberação fosse concluída para apenas duas motos. Ele tenta ajudar e demora ainda mais tentando nos explicar como deveríamos fazer para chegarmos ao hotel. Finalmente saímos da área do aeroporto, felizes por termos entrado no pais sem muita dor de cabeça. Uhu!!! Foi fácil.

Pegamos um taxi e pedimos para que nos levasse a um hotel perto da BMW onde o Juninho vai fazer uma revisão básica na Moto.

Nosso hotel hoje é caro e sem luxo algum, a internet só pega na recepção. Hoje será um dia agitado, vamos tentar sair do Panamá em seis horas. Mas não sem antes irmos as compras no Panamá. O Juninho quer fazer a festa, eu, vou me segurando tentando economizar para a volta, se não vou ter que deixar a moto e voltar com as milhagens da TAM. Uhuh!!!           Aqui no Panamá tudo é em dólar e não vi nada barato.


Esse é o resumo do dia sendo escrito dentro do banheiro sentado no vaso sanitario. É que acordei cedo e pra não incomodar o Juninho acendendo a luz, vim escrever no banheiro mesmo.

Hoje tem roupar pra lavar de novo. As meais e calças já ficam em pé sozinhas e sem apoio. Na Colômbia até cachorro farejou nossa bagagem, mas o cheirinho básico desestimulou o coitado a prosseguir.

Mais detalhes no livro: Duas Rodas, uma aventura transcontinental. Belem - Alaska.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Finalmente Bogotá ....

Nosso avião que sai amanhã as 9:00h

Entregando as motos na Air Pack ....

Na estrada. Uma paradinha para esticar as pernas ...


Finalmente chegamos a Bogotá. A primeira parte de nossa jornada foi cumprida. Acabamos de entrgar as motos para sairmos amanhã as 9h rumo ao Panama. Embarcamos com a Air Pack. Tratamento de primeira qualidade, fomos inclusive recebidos pelo presidente da empresa. A tal Girag é cheia de rodeios e muito mais cara. Na Air Pack, eles fazem toda a documentação e fica parecendo que é muito facil. Inclusive almoçamos na propria empresa por conta do presidente comida no estilo Brasil, tinha até feijão.

Na Air Pack tem adesivo do Adriano espalhado por tudo lado. Amanha vou cobrir os adesivos dele com os nossos.  hehehehe

Saimos do vilarejo chamado Barbosa as 7:00 da manhã e como sempre as curvas nos acompanhando, mas como já fizemos nosso curso intesivo de curvas na Cordilheira dos Andes, tiramos de letra. As primeiras horas foram um pouco sofrido para mim, já que a temperatura baixou muito, nossa ultima medida já estava em 12 graus. Imaginem com o vento como essa temperatura fica ..... É tanto frio que até a gengiva esfria também. O queixo, com o ar frio que entra por debaixo do capacete, perde a sensibilidade. Os dedos ficam totalmente entrevados. Meus amigos não, com a BMW, esses tem manopla aquecida, abs, controle de tração, ai fica facil, suspesão de primeira. Como faz falta uma BMW.

Enquanto escrevo Manuel Chileno pergunta se nós não estamos preoculpados com o PATA NEGRA. No chile isso significa Ricadão. hehehehe

Na cordilheira dos Andes a pericia  e experiencia do motociclista contam muito. A tomada de decisão fica super apurada, voce aprende a tomar a decisão certa na hora certa. Aqui nao é igual a nossa empresa que quando cometemos um erro, perdemos dinheiro, aqui não, se tomar a decisão errada voce perde a vida mesmo.

São muitos os acidentes na estrada e as placas de aviso de alto indice de acidente nos deixam sempre de sobreaviso e com muito mais atenção.

Hoje nosso café da manhã debaixo de  muito frio foi em uma padaria de primeira qualidade na beira da estrada. Devoramos logo varios pães com muito queijo. Isso tudo debaixo de muita risada e aquee agito que so brasileiro sabe fazer.

Minha nota hoje vai para os companheiros de viagem. Na verdade dois gentleman. O Juninho um principe e o Chileno, figura inoxidavel. Sempre tive muito recei de longas viagens em grupo, mas esses dois realmente são nota dez. Como diz o chileno, o destino cruzou nosso caminho. Ele está muito feliz com a nossa companhia.

Hoje nos separamos do Chileno e ficamos muito apreensivos se conseguiriamos nos encontrar novamente. O Manuel foi revisar sua BMW. Eu e o Juninho fomos trartar do embarque das motos. Conseguimos concluir tudo e nosso amigo so irá embarcar a noite, por isso, vamos espera-lo no Panama. Nos reencontramos no Ibis Hotel.

Os Colombianos realmente são nota dez. Super hospitaleiros, sorridentes e muito gentis. Diferente dos venezuelanos que vivem momentos delicados com seu governo. O povo anda muio triste e mal humorado.

Medo? Sim! A cama do hotel é de solteiro, uma pra cada, mas as duas são grudadinhas. Eu eim! vou dormir no chão mesmo. Chileno hoje ta só.

Hoje é aniversario do meu Filho mais velho, Shamir. Esse ja fez 4 paises de moto comigo. Será que um dia vai encarar o Alaska?


Feliz aniversario Shamir...

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Bucaramanga a Barbosa - Desafiando a Cordilheira dos Andes.





Estamos agora em um vilarejo chamado Barbosa - Santander. Juninho está moido e nem banho vai tomar hoje. Acabei de tomar meu banho, so o gelo, não tem agua quente.

To ficando bom nesse papo de Cordilheira, são muitas as idas e vidas. Essa é mais uma, mas não menos desafiadora. O foco principal é sempre a proxima curva.

Bom! O dia hoje foi realmente cheio de desafios e com muita aventura. Acordei cedo e as 7 da manhã ja estava na porta da Suzuki onde deixei minha moto ainda ontem para reparar o freio. Fui recebido igualzinho ao diretor internacional da Suzuki. Muito bom mesmo, os funcionarios, todos querendo agradar. Era cafezinho, agua, perguntas e muitas perguntas .... Show de bola mesmo. O Juninho ficou no hotel com o Manoel chileno, mas so dormiram a manhã toda.

Com muita sorte e muita correria, os funcionarios conseguiram as pastilhas de freio original, troquei logo todo o jogo e ainda comprei mais uma traseira para qualquer eventualidade. Aproveitei e fiz a troca de oleo também. Tudo saiu por cerca de 600,00 R$. Achei ate barato porque essas pastilhas no brasil custam uma fortuna.

Saimos do Hotel em Bucaramanga as 12:30, não demorou muito e a montanha já mostrou logo a cara novamente. Alias, tem sido assim o tempo todo, curva, sobe, desce e chuva a rodo. Juntando tudo isso da um remelecho de perigo constante.

Após rodarmos uma hora e meia ja em alutude elevada e muita curva fechada, procurei o freio e nada. Sumiu denovo. Fiquei so com o dianteiro. O Juninho na frente com o chileno e eu tentando avisar e nada, nao conseguia acompanhar. Impossivel ultrapassar as filas de caminhões. O cheiro de pneu queimando é tipico devido as centenas de milhares de freadas dos caminhões. Mas a frete tudo travado, consegui acompanhar o Juninho que estava inclinado tentando segurar a moto pra não tombar. Eu logo atras tento fraer e nada, só com o freio dianteiro a moto inclina tambem e nao consigo segurar. Largo a grandalhona e deixo ela seguir o caminho mais curto ai chão.   heheheheh Ali ficou ela, caída. Os motoristas descem e são necessario tres delas para levantar a jamanta. Entre sorrisos e muitas gargalhadas, retomo a redea e coloco a motoca na estrada novamente. Ufa!
Parei a frente e tratei logo de fazer a sangria do oleo que estava simplesmente derretendo tudo.O oleo de freio pegando fogo... Queimei o dedo logo na primeira. O Juninho bombava e eu sangrava o freio. Retirei o ar e ai o freio voltou a funcionar. Inclivel como a altitude afeta tudo, a almofado do Juninho nao para de crescer. heheheh

Continuamos nossa jornada entre freiadas, sustos, ultrapassagem loucasç; curvas que dão a impressao de que vamos ver a placa da moto de tão fechadas que são. rs O risco é grande, se vacilar voce é esmado pelos enormes caminhões nas curvas. A adrenalina fica de prontidão a todo vapor.Muito tenso mesmo...

Vai uma fechada ai?

A fila de carros parece nao ter fim, abre uma brechinha e la vamos nós na ultrapassagem. Quando estou bem no meio da fila, um carro pequeno resolve ultrapassar tambem, não da seta e entra. Haja coração, arrocho a mao no freio, arasta a moto, solto e tiro a moto na melada. O chamado fino .... Claro, o cidadão não viu que eu vinha na ultrapassagem e quase me joga morro abaixo. O chileno vendo isso, utrapassou o carro pela direita e saiu esculachando o cidadão. Aquele olhar de Pit bull mordido por cobra doida deixou o motorista assustado.O coitado tentou se desvencilhar do Chileno, mas este lhe fechou todas as saidas. Logo encostei e o Juninho também. O chileno olhando para tras e encarando o cara o tempo todo. Resultado, ele tratou de diminur a velocidade e desapareceu na enorme fila de carros que ultrapassavem o cidadão. Senti firmeza no Chieno ...   hehehehe 

Parados pela policia - Essa foi engraçada. Em uma barreira policial fomos parados e o policial pediu os documentos e fez as perguntinhas basicas. Mas ja na saida ele nos surpreendeu com um pedido extranho. Queria tirar fotos nos revistando. Concordamos e ele criou todo o cenario. Maos ao alto e enquanto ele nos revistava, um outro sacava as fotos. Claro! muitas risadas e os carros todos passando e admirados sem entender nada.Uma revista policial e agente morrendo de dar risadas, O Chileno so faltou se mixar todo. Aproveitamos e tiramos nossas fotos tambem .....   heheheheh Alias filmamos.



Rodamos muito, mas tudo que conseguimos foram uns 230 km e muito cansaço, fisico e mental. O Juninho está na cama desabado coitado e o chileno na internet trabalhando. rs

La computadora tem teclado americano e é dificil adivinhar os acentos. Por isso , os errinhos basicos. Mas dá pra entender.

Continuamos nossa rotina comendo muita banana e não almoçando quase nada. 

Paramos quase as 6 da tarde de baixo de muita chuva. O Juninho queria seguir, mas desencorajamos logo.Curvas, chuva, sobe, desce, caminhão... Não dá.

Amanhã chegamos a Bogotá, em kilometros estamos pertinho, mas certamente longe em tempo. As vezes em 3 horas rodamos 70 quilometros somente.    

Tomara que a Shakira esteja por lá .....  uhuh!!! Vamos nós.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Santo Antonio Venezuela a Bucaramanga Colombia ...


Juninho organizando as tralhas .....


Fronteira Venezuela Colombia ....


3 600 m de altitude ....

Hoje o dia foi cheio e corrido. Saimos de Santo Antonio cedo para tentar aproveitar o dia, mas levamos a manhã toda para poder dar entrada na documentação das motos, fila, xerox de documentos, seguro obrigatorio SOAT. 

Logo na saida de Cucutá a moto do Juninho acedeu a Luz do oleo de novo, completamos e resolveu. Mas a grande zebra mesmo foi a minha moto. As pastilhas de freio que deveriam durar até os Estados Unidos, acabaram bem antes devido a terra misturada a chuva. Resultado, terminei entrando na cordilheira montanha acima sem freio traseiro. Dei umas duas resvaladas com o Pneu dianteiro e quase compro um terreno colombiano. heheehehehehe Se não ficar esperto os caminhões te esmagam nos paredões facinho.

As curvas sao perigosas mesmo, da a impressao que os caminhões vai nos acertar bem ao meio. O povo aqui so anda em alta velocidade, mesmo com tantas curvas, mas ja são escolados.
Nao demorou muito e logo atingimos as nuvens literalmente. Passamos varias vezes por entre as nuvens a 3600m de altitude. A temperatura mudou repentinamente de 32 para 14 graus em alguns quilometors apenas. Isso na moto vira um freeze de alta potencia. A pressão é grande e logo veio uma dor de cabeça enorme que até agora não passou. Até a almofada do Juninho que é de ar, aumentou e muito de tamanho. Ele precisou esvaziar duas vezes, pois as bolas de ar estavam em conflitos com as outras bolas, batendo demais.   hihihihihihihi

Estamos no hotel Ciudad Bonita em Bucaramanga e ja deixei a moto na suzuki na esperança de encontrar as pastilhas de freio traseiras e dianteiras. Se nao encontrar terei que mandar faze aqui mesmo.

Eu vim para  hotel de taxi, 4 reais na converçao, mas acabou a farra do tudo barato, voltei a realidade e deixei de ser milhonario.  O hotem aqui custa 300,00R$ a diaria, mas amanha cedo agente vaza para Bogota na esperança de embarcar logo as motos para o Panama.

Como sempre hoje comemos aquela banana e um churrasco puro, somente com papa. Nao vem o tal do feijao e nem o arroz e muito menos a farinha. rs

Aqui na Colombia é cheio de Shakira, tem em toda esquina. O Chileno quer casar, mas prefere as brasileiras do Maranhão, ele insiste em dizer que é lá onde estão as mulheres mais bonitas do Brasil. Quer casar com uma Brasileira, mas com pouco uso. Serã que ele acha ? Eu nem olho pra essa Colombianas, eu eim! Sou casado ...... Alguem apaga isso ai antes que a Katia leia? hehehehe

Rodamos hoje somente uns 230 km. Foi tudo que conseguimos devido termos saido tarde e as curvas nao deixam mesmo.Por isso, as distancias aqui são dadas em horas e não em quilometros.

Encontramos um caminhão enorme virado e pendurado na beira de um abismo enorme, quase despencando. Se o socorro não tiver chegado, a essa hora ele deve ta a uns 3000 metros abaixo na ribançeira.

Até o momento passamos sem sermos importunados por policiais nas barreiras. eles so olham e nos mandam seguir. Não vomos revistados nenhuma vez.

Ja perdi a conta de quantas vezes cruzei essa cordilheira, procurei uma alternativa para pular essa etapa, mas nao teve nenhuma alternativa, então encaramos para incrementar nossa aventura.

A palavra do dia foi PACIENCIA... Não adianta afobar, se não a coisa desanda. Paciencia na franteira, paciencia nas curvas, paciencia nas ultrapassagens e por ai vai.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Enquanto isso... Umas fotinhas. San Antonio Venezuela.

A ordem é comer banana. Juninho faz até bico....


Resolvemos tocar o Gado de moto mesmo ...


Quando faltou gasolina näo tivemos problemas pois tinhamos nosso chupador oficial, internacional e profissional. Assim o Chileno qualificou o Juninho. Po! Esse Chileno é só sacanagem... Passa o dia chamando o Juninho de empresario Brasileiro.

Acabamos de chegar de uma pizzaria e já pensando nos gastos na Colombia que devem ser muitos parecidos com os preços do Brasil. Por falar em preço ficamos muito zangados com o preço da gasolina no cambio negro. Quando faltou tivemos que comprar de um negociante e pagamos 1 e 2 bolivares no litro.Ou seja 20 e 40 centavos de real o litro, reclamos muito .... kkkkkkkkkk

domingo, 26 de junho de 2011

Parados na fronteira Venezuela - Colombia.

 Fronteira Venezuela - Colombia
Atualizando as noticias com a Net lerda.

Como chegamos tarde ontem, na verdade a noite, não conseguimos fazer o tramite da papelada para as motos. Demos saida no passaporte, mas a entrada na Colombia não foi possivel. Domingo a Aduana nao funciona e na segunda será feriado, ou seja, somente na terça feira entremos na Colombia rumo a Bogotá. Voltamos para o mesmo hotel onde dormimos ontem. Mas o mais chato é que rodamos desde as 4 da manhã tudo para adiantar e agora estamos parados.

Hoje o dia sem nada pra fazer vamos lavar roupa. Ja dei uma adiantada ontem mesmo. Lavei uma roupas e coloquei no micro ondas para secar. Nosso hotel 5 estrelas é completissimo ... A sorte é que a diaria custa 20 reais. Trezentos mil Bolivares dividido para tres.

Juninho ta firme e forte com o espanhol inventado. Uma lingua estranta falada somente por ele. Alguma tradução:
Cartão de credito: Carton
Cafe da manhã: diuno

Juninho fez uma compra e saiu reclamando do preço, quando fez a conversão descobriu que toda a compra no supermercado dava apenas 30 reais. Mas aqui parece caro porque tudo gira em torno dos mil e milhões. kkkkkkkk

Eu Pagava a gasolina e ainda dava o mesmo valor de gorjeta ao frentista. Vamos sentir saudades da venezuela.

O Hotel pagamos 300 bolivares - Dividido para tres, a diaria sai por 20 reais...

Hoje nosso amigo Chileno, El Gringo, so quer dormir coitado, ta num coro só. Ele vinha acordando as 7 e saia as 8, mas agora acorda a 4 da manhã.

Bom! Acreditamos que apartir do Panama a viagem vai render, por em quanto as curvas e a chuva não deixam agente adiantar.

sábado, 25 de junho de 2011

San Fernando - San Antonio ....

Hoje chegamos a fronteira da Colombia, mas não conseguimos dar saida nas motos porque sabado a Aduana fecha mais cedo, mas amanhã cruzamos para Cucuta e saimos em direção a Bogota.
Chuva, chuva e muito mais chuva .... 

Continuamos a nos divertir com toda a situaçao e nosso amigo chileno nao larga o pé do Juninho - Passa o dia chamando o Juninho de empresario internacional.

A gasolina realmente é barata, mas falta em muitos postos e hoje passamos pelo aperto de não ter combustivel em varios postos, resultado, eu fiquei sem gasolina. A sorte é que a moto do chileno Manuel cabe 33 litros e conseguimos a muito custo tirar 4 litros e chegamos até o proximo posto.

Na venezuela rodamos somente pelo interior e dar para perceber nitidamente a pobreza que vive a Venezuela hoje. Muitos carros velhos caindo aos pedaços e claro o povo reclama de tudo

No café da manhã comemos Arepa, um bolinho de aroz recheado com carne.

A radio capacete hoje foi o bicho .....





sexta-feira, 24 de junho de 2011

Caicara a San Fernando - 422km

Hoje o dia não rendeu muito, a chuva castigou e ainda pegamos estrada de chão e muitos buracos na Venezuela. As estradas principais sao otimas, mas no interior ta bem castigado. Preferimos um atalho para tentar andar mais, mas nao deu mesmo .....
Ja nao aguento mais comer a tal da parrilla, aff! Tetamos pular o pollo e as papas fritas, mas ja abusamos a parrilla também.
Amanhã provalvelmente iremos cruzar a fronteira rumo a Colombia.

A moto do Juninho ta ok! O oleo era da caixa que na revisão de mil km deixaram um parafuso solto e ai escorreu, mas a luz no painel era falta de oleo no motor mesmo. O Juninho ligou la em São Paulo e conseguiu a referencia do oleo para completar. Deu tudo certo e a moto ta justinha de novo. Hoje era feriado em Caicara, por isso atrazamos a saida e ainda pegamos uma Balsa que tambem atrazou. Amanha a viagem deve render mais.

Nosso novo amigo segue firme com agente, chileno divertido.